Boas Vindas!

Sejam - bem vindos ao incrível mundo da logística.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

[VAGA] ENCARREGADO DE PRODUÇÃO


Requisitos: Desejável experiência como encarregado de produção em indústria de embalagens, sexo masculino.

Os Interessados enviar currículos com pretensão salarial e com o nome da vaga no assunto do e-mail para: rh22nordeste@gmail.com


[VAGA] FISCAL DE DEPÓSITO

Masculino. 2º grau completo. Experiência na área de vigilância. 

Os interessados deverão encaminhar currículo para: rh.adv.selecao@gmail.com


segunda-feira, 2 de julho de 2012

[NOTÍCIA] Legislação antiga e falta de regulamentação são entraves para o crescimento do operador logístico brasileiro

O conceito de operador logístico é relativamente novo no Brasil, mas tem ganhado cada vez mais importância no centro da tomada de decisão das companhias varejistas.

Essa atividade, que movimenta cerca de R$ 17 bilhões no mercado nacional, trabalha com a inteligência no recebimento, manipulação e distribuição de produtos em todo o país. Seu impacto é decisivo para o custo final dos produtos que chegam às prateleiras das lojas ou diretamente ao consumidor.

O setor, que reúne cerca de 160 empresas e gera mais de 100 mil empregos diretos e indiretos no país, segundo a Associação Brasileira de Logística (Abralog), é reconhecido pela importância para a expansão e o bom andamento dos negócios.

Apesar da relevância da atividade para a economia nacional, há diversos empecilhos para que o setor desenvolva o seu potencial. O mais grave é do ponto de vista legal.

Atualmente, a legislação que rege o mercado data do início do século passado, quando o regime republicano ainda engatinhava no Brasil. O Decreto nº 1.102, de 21 de novembro de 1903, que instituiu as regras para o Estabelecimento de Empresas de Armazéns Gerais, tem foco em companhias responsáveis pela armazenagem de grãos, de matéria-prima, um contexto que não corresponde ao do operador logístico atual.

Responsável por processos complexos que envolvem desde a manipulação de produtos até a gestão da cadeia de suprimentos de diversas redes empresariais, o operador logístico permanece, portanto, enquadrado em uma legislação defasada, tanto do ponto de vista regulador, como do fiscal e do trabalhista.

Para entender o problema atual é importante destacar que, assim como em vários outros países, no Brasil esse mercado foi constituído a partir da entrada de diferentes prestadores de serviços na atividade.

Existem, por exemplo, fornecedores de transporte, agentes de carga internacionais e empresas de áreas distintas que se tornaram operadores logísticos e hoje se encontram filiadas a associações e sindicatos distintos.

Por consequência, as companhias acabam por seguir condições trabalhistas, pisos salariais, regimentos e acordos coletivos diferentes, o que tem gerado distorções dentro do setor.

Há também dificuldades do ponto de vista fiscal, já que os operadores logísticos dependem de regimes especiais para a realização de diversas tarefas. A defasagem do Decreto nº 1.102 também traz problemas normativos na esfera estadual e federal, como as regras para recolhimento de ICMS, créditos e débitos, acondicionamento de produtos e outras questões.

A lei de 1903 não poderia prever, é claro, um prestador de serviço que hoje consegue ter um controle de estoque automatizado e sistêmico, bem diferente do que existia há 100 anos.

Portanto, permanecem as restrições ao setor que tornam a operação praticamente inviável. A dificuldade na interpretação da questão tributária também faz com que as empresas criem certas contingências na hora de precificar os serviços para seus clientes.

Observamos que muitas delas deixam de investir ou de se envolver com o operacional por conta dessa falta de segurança jurídica. Isso significa que existe um potencial de venda latente que não está sendo aproveitado. As companhias poderiam estar crescendo mais e expandido suas atividades, mas deixam de fazê-lo por conta das inseguranças.

O cliente, que contrata o operador logístico, também sofre as consequencias da defasagem da legislação. As contingências fiscais e trabalhistas do mercado fazem com que o empresário possa, eventualmente, até pagar mais caro pelo serviço, pois os riscos estarão embutidos.

Para tentar reverter esse quadro, a Abralog conta com um grupo de trabalho de operadores logísticos que está se articulando para a criação de uma regulamentação para o setor. Este trabalho conta com apoio de outras entidades além de suporte jurídico.

A finalidade é, primeiramente, conseguir junto ao governo estadual o reconhecimento da classe e a criação de leis específicas que fundamentem a atividade, tanto nos aspectos fiscal e tributário, como no trabalhista.

Após essa etapa, as empresas desejam obter, na esfera federal, a integração ao Cadastro Nacional de Atividade Econômica, o que irá coroar a regulamentação do setor.

A articulação das companhias em torno desta meta permanece firme. Nosso desejo é que as autoridades políticas atentem para a importância de adequar a legislação que regula a operação logística para uma realidade presente.

Afinal, os frutos desta vitória poderão ser colhidos por toda a sociedade brasileira, que reconhece o varejo como uma das suas mais importantes atividades econômicas.

Daniel Mayo é membro do Conselho Deliberativo da Abralog – Associação Brasileira de Logística e diretor-geral da Linx Logística.

[NOTÍCIA] Custo logístico brasileiro é um dos maiores do mundo

“A economia brasileira crescerá em torno de 3,5% em 2012”. A projeção, feita por Luiz Lemos Leite, da Anfac (Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil) inclui que, nos próximos anos, existe a possibilidade do início de um longo ciclo de crescimento em patamares de 4% ao ano. 

As projeções se justificam por alguns elementos, como o aumento do número de empresas que anunciaram investimentos no País, o aumento da produção interna de petróleo nos próximos anos, a elevação do valor real do salário mínimo e o aumento da participação das classes C,D e E no consumo.

No que se refere ao custo Brasil, o especialista afirma que a falta investimento em infraestrutura afeta a competitividade do País. “O custo logístico brasileiro é um dos maiores do mundo.
Os produtos nacionais carregam em sua composição de preços o peso da ineficiência logística. A matriz rodoviária, principal eixo de movimentação de cargas dentro do País, conta com estradas, na sua maioria, em condições ruins. Já o escoamento para o exterior, seja através dos portos ou dos aeroportos, ainda não chegou nem perto da eficiência necessária para que os produtos nacionais consigam ter condições de competir com produtos concorrentes em mercados externos”, avalia.

[VAGA] AUX. DE EXPEDIÇÃO

AUXILIAR DE EXPEDIÇÃO
 
Ensino médio completo ou superior em andamento (Logística). Atribuições: Recebimento e entrega de mercadorias, conferencia de nota fiscal, embalagem. Conhecimento de roteirização e de toda rotina da função. Necessário CNH “D”. Salário compatível com o mercado e benefícios (plano de saúde, vale refeição, Vale transporte, seguro coletivo). Contratação regime CLT. 
Enviar currículo para: fhumano@fatorhumano.com.br (Indicando no assunto o nome da vaga)
 
 
 

[VAGA] ESTOQUISTA 2

ESTOQUISTA: Ensino médio completo. EXPERIÊNCIA comprovada na função de ESTOQUISTA . Disponibilidade para trabalhar em Setúbal – Loja fora de Shopping . A empresa oferece salário mais benefícios.

Interessados encaminhar o currículo para recrutamento@identificarh.com.br

[VAGA] ESTOQUISTA

ESTOQUISTA
Pré-requisito: Ensino Médio completo
Ter disponibilidade para horário de shoppings
Ter experiência anterior será um diferencial, porém não imprescindível em estocagem, lançamentos e emissão de notas fiscais, separação e armazenagem de produtos de informática.
Remuneração: Salário do comercio R$660,00
Beneficios:Plano de saúde (Sul America) e plano Odontológico, RedeMed e Sodexo entre outros.

Currículos enviar para: selecao@infobox.com.br